Crianças e adolescentes contam com solidariedade e política pública para conquistarem lar adotivo
Sancionada em agosto do ano passado, a nova lei da adoção de crianças ainda não mostrou seus benefícios no interior do Ceará, principalmente no centro do estado. O Cadastro Único Nacional não foi implantado na região e faltam abrigos oficiais. Em Quixadá, o Juizado da Infância e da Juventude aguarda nomeação da juíza Maria Martins Siriano. Quando assumir o cargo, no início de fevereiro, deve implantar o cadastro único de crianças e adolescentes em situação de adoção. Para a conselheira tutelar Lucilene Xavier, apesar do município ainda não contar com o sistema, não há prejuízo para as crianças. Segundo contabiliza, 27 famílias estão na lista de espera.
[Diário do Nordeste (CE) – 18/01/2010]